{"id":7555,"date":"2024-06-06T18:09:48","date_gmt":"2024-06-06T21:09:48","guid":{"rendered":"https:\/\/iph.org.br\/materia\/centros-cirurgicos-uma-abordagem\/"},"modified":"2024-06-06T18:11:53","modified_gmt":"2024-06-06T21:11:53","slug":"centros-cirurgicos-uma-abordagem","status":"publish","type":"materia","link":"https:\/\/iph.org.br\/en\/materia\/centros-cirurgicos-uma-abordagem\/","title":{"rendered":"Centros Cir\u00fargicos: Uma Abordagem"},"content":{"rendered":"<div>S\u00e3o muitos e variados os diferentes tratamentos e recomenda\u00e7\u00f5es nos diferentes pa\u00edses de como tratar o tema de ar condicionado para Centros Cir\u00fargicos. Tr\u00eas pontos merecem a meu ver uma aten\u00e7\u00e3o mais cuidada:<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\r\n<ul>\r\n<li>Como classific\u00e1-los?<\/li>\r\n<li>Que filtragem usar?<\/li>\r\n<li>Que distribui\u00e7\u00e3o de ar usar?<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<h2><b>BRASIL<\/b><\/h2>\r\n<div>A norma brasileira ABNT 7256, em processo de revis\u00e3o no momento, classifica os ambientes hospitalares pelo<b><i>&nbsp;risco de ocorr\u00eancia de eventos adversos \u00e0 sa\u00fade por exposi\u00e7\u00e3o ao ar ambiente<\/i><\/b>&nbsp;e dentro dos diferentes ambientes existentes no centro cir\u00fargico, as<i><b>&nbsp;salas de cirurgias especializadas (ortopedia, neurologia, cardiologia, transplantes)<\/b><\/i>, aparecem como n\u00edvel 3, sendo as restantes salas de cirurgia classificadas como grau 2, fazendo refer\u00eancia ainda \u00e0s salas que se destinam a controlar&nbsp;<i><b>agentes biol\u00f3gicos e qu\u00edmicos<\/b><\/i>.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>As condi\u00e7\u00f5es de n\u00edveis de temperatura (18 a 22\u00b0C) e de umidade (45 a 55%) de umidade relativa HR s\u00e3o iguais para os dois tipos de salas. H\u00e1 diferen\u00e7as nos requerimentos de filtragem (G3+F8) para as de grau 2 e (G3+F7+A3) para as de n\u00edvel 3.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>No que se refere \u00e0 vaz\u00e3o de ar para os dois casos a norma recomenda igualmente 75m\u00b3\/h de ar recirculado - n\u00famero de vezes por hora que o ar vai \u00e0 maquina para ser tratado, sendo tamb\u00e9m conhecido por n\u00famero de trocas de ar por m\u00b2 de \u00e1rea da sala, dos quais 15 s\u00e3o de ar exterior.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Todas as salas t\u00eam press\u00e3o positiva em rela\u00e7\u00e3o a corredores e salas adjacentes.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<h2><b>USA<\/b><\/h2>\r\n<div>Nos Estados Unidos, a&nbsp;<i>Associa\u00e7\u00e3o Americana dos Engenheiros de Aquecimento Refrigera\u00e7\u00e3o e Ar Condicionado<\/i>&nbsp;- ASHRAE - ,em seu Handbook de 2011, no cap\u00edtulo 8, classifica as salas em tr\u00eas categorias:<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>Classe A<\/b>: salas onde se realizam procedimentos cir\u00fargicos de menor complexidade, excluindo-se seda\u00e7\u00e3o pr\u00e9-operativa e procedimentos intravenosos, de espinha ou epidurais. Temperaturas recomendadas 21 a 24\u00b0C, HR entre 30-60% filtragem com 2 est\u00e1gios MERV 7+MERV 14, 15 trocas de ar por hora das quais 3 de ar exterior. Press\u00e3o positiva.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>Classe B<\/b>: compreende basicamente todas as outras cirurgias, as consideradas de risco 2 no Brasil, excluindo aquelas que na norma brasileira s\u00e3o consideradas de risco 3. Difere da anterior na temperatura que passa a ser 20-24\u00baC, e as trocas de ar que sobem para 20, das quais 4 s\u00e3o de ar exterior. Todos os outros par\u00e2metros permanecem iguais.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>Classe C<\/b>: corresponde \u00e0s da norma brasileira de risco 3, com graus de vaz\u00e3o de ar, temperatura, umidade, pressuriza\u00e7\u00e3o, iguais \u00e0s de classe B. A grande diferen\u00e7a \u00e9 no grau de filtragem que agora exige 2 est\u00e1gios de filtragem MERV7+HEPA com o requisito dos filtros HEPA n\u00e3o estarem na m\u00e1quina e sim em unidades terminais no teto do centro cir\u00fargico.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Ao mesmo tempo, e algo que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o raro, h\u00e1 um outro documento que \u00e9 documento com valor de norma ANSI\/ASHRAE\/ASHE Standard 170-2013 com o titulo de&nbsp;<b>Ventilation of Health Care Facilities<\/b>&nbsp;que faz men\u00e7\u00e3o aos 3 tipos de salas, A, B e C, &nbsp;diretamente e baixa a umidade m\u00ednima aceit\u00e1vel para 20%. A justifica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o oficial, \u00e9 que no hemisf\u00e9rio norte, manter umidades de 30% &nbsp;acima provocaria o aparecimento de fungos entre as capas exterior e interior das paredes externas, que ao fim de certo tempo, migrariam para o interior. Todos os outros par\u00e2metros permanecem v\u00e1lidos.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>No que se refere \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de ar, contudo, a std 170 refere que os&nbsp;<i>tipos de difusores para salas cir\u00fargicas<\/i>&nbsp;tipo A, B e C devem ser do tipo grupo E, n\u00e3o aspirante.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Os difusores tradicionais, tipo 4 vias, s\u00e3o do tipo aspirante uma vez que o ar que sai pelos 4 lados do difusor depois de percorrer o teto, e eventualmente paredes, volta ao centro do difusor. Muita da dita \"sujeira\", ao contr\u00e1rio do que normalmente se pensa, n\u00e3o \u00e9 sujeira que vem pelos dutos de alimenta\u00e7\u00e3o, mas sujeira do ambiente que \u00e9 levada ao difusor e a mancha negra \u00e9, na maior parte das vezes, um biofilme de micro-organismos.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Hoje temos no Brasil, difusores do tipo alta indu\u00e7\u00e3o que s\u00e3o n\u00e3o aspirantes, projetam o ar para baixo, com um pequeno percentual tamb\u00e9m para o teto, mas que por serem de pouco ou nenhum uso nos USA, entendemos n\u00e3o estarem no esp\u00edrito dos legisladores, mas sim o difusor de chapa perfurada com fluxo tipo unidirecional (antigo laminar) .<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>O curioso (atrever\u00edamos a dizer errado) \u00e9 que N\u00c3O APARECE MAIS A EXIG\u00caNCIA DE FILTROS HEPA, mesmo nas salas cir\u00fargicas tipo C. Os 2 est\u00e1gios j\u00e1 referidos MERV 7 + MERV 14 s\u00e3o indicados. (Isso j\u00e1 aparecia na vers\u00e3o da norma 170-2008)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Curiosamente, de novo, o ASHRAE STD 170 s\u00f3 refere-se \u00e0 exig\u00eancia de filtros HEPA em quartos de isolamento.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<h2><b>Europa<\/b><\/h2>\r\n<h3><b>Su\u00ed\u00e7a<\/b><\/h3>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Vejamos o que se passa na Europa. Comecemos pela Su\u00ed\u00e7a, uma vez que foi baseada nas normas su\u00ed\u00e7as a primeira norma brasileira para hospitais foi estabelecida: a SWISS GUIDELINE SWKI- 99-3 (baseada na norma DIN 1946, parte 4 Alemanha).<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Define dois tipos de salas para centro cir\u00fargico. Uma terceira classe, III, aplica-se a outros ambientes hospitalares.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>CLASSE I<\/b>: 10 UFC\/m\u00b3 (fluxo unidirecional com filtro HEPA terminal) e retorno de ar baixo e alto, 10.000m3\/h de ar.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>CLASSE II<\/b>: 200 UFC\/m\u00b3 com uma subdivis\u00e3o:&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>CLASSE IIb<\/b>: 50 UFC\/m\u00b3 com zona segregada, pessoal de apoio fora da zona de opera\u00e7\u00e3o, fluxo unidirecional 2000-3000m\u00b3\/h, retorno como definido para CLASSEI<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Para 200 UFC\/m\u00b3 caixas terminais com filtro HEPA 2000-3000m3\/h, fluxo turbulento, retorno como para CLASSE I<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Para as duas classes temperaturas entre 19 e 24\u00b0C, e umidade entre 45 e 55% HR<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>CLASSE III<\/b>: 500 UFC\/m\u00b3, sem exig\u00eancias especiais.<\/div>\r\n<div><b>&nbsp;<\/b><\/div>\r\n<h3><b>ALEMANHA&nbsp;<\/b><\/h3>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Norma DIN 1946-4<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>SALAS CLASSE 1<\/b>:&nbsp;<\/div>\r\n<div>Salas de cirurgia com sistemas de ventila\u00e7\u00e3o tipo fluxo unidirecional, cobrindo toda a \u00e1rea em que a cirurgia ocorre, onde tamb\u00e9m as mesas de instrumenta\u00e7\u00e3o est\u00e3o posicionadas. S\u00e3o necess\u00e1rias placas de direcionamento de fluxo nas laterais at\u00e9 2,1m do piso.<\/div>\r\n<div>\r\n<ul>\r\n<li>Dimens\u00e3o m\u00ednima do difusor 2,8 x 2,8m.<\/li>\r\n<li>Filtros Terminais HEPA H14 (agora ISO 45H).<\/li>\r\n<li>Vaz\u00e3o de Ar &gt; 8000m\u00b3\/h e ar exterior &gt;1200 m\u00b3\/h.<\/li>\r\n<li>Velocidade do ar 0,23 a 0,25 m\/s (0,2 m\/s como m\u00ednimo).&nbsp;<\/li>\r\n<li>Temperatura 19 a 26\u00b0C (ajust\u00e1vel).<\/li>\r\n<li>&lt; 1 UFC em placas de sedimenta\u00e7\u00e3o de 50 cm2 de superf\u00edcie e durante 60 minutos EM OPERA\u00c7\u00c3O<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>SALAS CLASSE 1B<\/b>:<\/div>\r\n<div>\r\n<ul>\r\n<li>Salas de cirurgia com fluxo turbulento tradicional.<\/li>\r\n<li>Temperatura 19 a 26\u00b0C (ajust\u00e1vel).<\/li>\r\n<li>&lt; 5 UFC em placas de sedimenta\u00e7\u00e3o 50 cm2 se superf\u00edcie 60 minutos EM OPERA\u00c7\u00c3O<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<h3><b>R\u00daSSIA<\/b><\/h3>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Dentro do ambiente hospitalar, s\u00e3o definidas 2 tipos de salas de cirurgia: salas 1 e 3 ( a 2 refere-se a cuidados intensivos); e \u00e9 a \u00fanica norma consultada que tenta fazer uma correla\u00e7\u00e3o entre salas limpas (controle de particulado em geral) com part\u00edculas vi\u00e1veis.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>SALAS CLASSE 1<\/b>: para transplante, cirurgias de cora\u00e7\u00e3o, cirurgias de longa dura\u00e7\u00e3o, cirurgias em doentes imunocomprometidos.&nbsp;<\/div>\r\n<div>\r\n<ul>\r\n<li>Salas ISO 5 com 5 UFC \/m\u00b3.<\/li>\r\n<li>Fluxo Unidirecional.<\/li>\r\n<li>Temperatura 18 a 24\u00b0C e umidade m\u00ednima 30%.<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>SALAS CLASSE 3<\/b>: Para outras cirurgias<\/div>\r\n<div>\r\n<ul>\r\n<li>Salas ISO 8 e 100 UFC\/m\u00b3 Fluxo turbulento.<\/li>\r\n<li>Temperatura 18\/24\u00b0C.<\/li>\r\n<li>HR m\u00ednima 30%.<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Nossa opini\u00e3o \u00e9 que a correla\u00e7\u00e3o entre salas limpas (preocupa\u00e7\u00e3o com part\u00edculas totais) e centros cir\u00fargicos (preocupa\u00e7\u00e3o com part\u00edculas vi\u00e1veis) n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o direta como a norma russa d\u00e1 a entender. Por outro lado reconhecemos que \u00e9 muito mais r\u00e1pido obter resultados com um contador de part\u00edculas do que ter placas de sedimenta\u00e7\u00e3o que depois t\u00eam que ser encubadas e s\u00f3 depois ter os resultados em laborat\u00f3rio.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Outra dificuldade \u00e9 que se est\u00e1 buscando uma classifica\u00e7\u00e3o \"em opera\u00e7\u00e3o\", e n\u00e3o ser\u00e1 aceite ter um t\u00e9cnico fazendo medi\u00e7\u00f5es enquanto ocorre uma cirurgia para a qual se recomenda sala classe 1. Mesmo que isso seja permitido, cada caso \u00e9 um caso, e provavelmente para a mesma sala, dependendo do n\u00famero de intervenientes na cirurgia, do seu comportamento (o ser humano continua a ser o grande \"poluidor\"), obter-se-iam resultados diferentes.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<h2><b>Voltando ao ponto inicial&nbsp;<\/b><\/h2>\r\n<div>E no Brasil?&nbsp;\u00c1 falta de uma defini\u00e7\u00e3o, e considerando que \u00e9 bem mais f\u00e1cil a contagem de part\u00edculas totais, atrevemo-nos a propor \u00e0 comunidade cient\u00edfica como ponto de partida para a discuss\u00e3o, os seguintes valores, especialmente baseados nos tipos de filtros e difusores dispon\u00edveis no Brasil.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>Salas Classe 1<\/b>&nbsp;- (&lt; 10 UFC\/m\u00b3ar) com fluxo unidirecional (antigo laminar) com \u00e1rea m\u00ednima de 2,8 x 2,8m e guias de ar at\u00e9 2,1m do solo (placas met\u00e1licas ou pl\u00e1sticas `a volta do fluxo) e filtros ISO 45H (H14) com termina\u00e7\u00e3o do difusor em chapa perfurada (cirurgias de transplante, ortop\u00e9dicas e de cora\u00e7\u00e3o, de longa dura\u00e7\u00e3o e em doentes imunocomprometidos), com verifica\u00e7\u00e3o por amostrador de ar. Se amostragem for feita por placa de sedimenta\u00e7\u00e3o ent\u00e3o de novo o limite seria &lt; 1UFC (Seria equivalente a sala limpa ISO5 debaixo do difusor).<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/iph.org.br\/img\/revistas:140614366814061436683364587050.jpg\" \/><\/div>\r\n<div>Obs: Nesta sala n\u00e3o foram aplicados os direcionadores de fluxo<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>Sala Classe 2<\/b>&nbsp;- (&lt; 50 UFC\/m3ar) com fluxo unidirecional somente sobre a mesa cir\u00fargica, com cortina de ar separada e filtros ISO 45H, com no m\u00ednimo 30 trocas de ar por hora. Para todas as outras cirurgias com seda\u00e7\u00e3o completa exclu\u00eddas as da classe 1 (Seria equivalente a uma sala ISO6 debaixo do difusor.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/iph.org.br\/img\/revistas:140614367714061436775124408190.jpg\" \/><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b>Sala Classe 3&nbsp;<\/b>- (&lt; 200 UFC\/ m\u00b3ar) com fluxo turbulento, filtros 35H, com no m\u00ednimo 20 trocas de ar por hora. Para cirurgias menores, tipo ambulatorial, objetivando uma sala ISO 7, medi\u00e7\u00e3o preferencialmente sobre a mesa cir\u00fargica.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/iph.org.br\/img\/revistas:140614368814061436880838686168.jpg\" \/><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Concluindo: O que aqui expomos \u00e9, como n\u00e3o poderia deixar de ser, uma opini\u00e3o meramente pessoal e apenas um iniciar de uma discuss\u00e3o em que cirurgi\u00f5es e engenheiros possam opinar, visando chegar a uma defini\u00e7\u00e3o para o Brasil.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>S.Paulo Fevereiro de 2014<\/div>\r\n<div>Celso Sim\u00f5es Alexandre<\/div>\r\n<div>Eng\u00b0 Eletrot\u00e9cnico (IST - Universidade T\u00e9cnica de Lisboa)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<h2><b>Refer\u00eancias&nbsp;<\/b><\/h2>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>ABNT 7256<\/div>\r\n<div>RDC 50 ANVISA<\/div>\r\n<div>ANSI\/ASHRAE\/ASHE Standard 170-2013<\/div>\r\n<div>ASHRAE 2011 HVAC Aplications Handbook Cap 8<\/div>\r\n<div>DIN NORM 1946-4 (Alemanha)<\/div>\r\n<div>SWISS GUIDELINE SWKI- 99-3<\/div>\r\n<div>NATIONAL STANDARD of the RUSSIAN FEDERATION (Air cleanliness in hospitals)<\/div>","protected":false},"featured_media":0,"template":"","class_list":["post-7555","materia","type-materia","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/materia\/7555","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/materia"}],"about":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/materia"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7555"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}