{"id":8721,"date":"2024-11-20T10:40:13","date_gmt":"2024-11-20T13:40:13","guid":{"rendered":"https:\/\/iph.org.br\/materia\/congresso-de-hotelaria-hospitalar\/"},"modified":"2024-11-20T13:18:28","modified_gmt":"2024-11-20T16:18:28","slug":"congresso-de-hotelaria-hospitalar","status":"publish","type":"materia","link":"https:\/\/iph.org.br\/en\/materia\/congresso-de-hotelaria-hospitalar\/","title":{"rendered":"Congresso de Hotelaria Hospitalar"},"content":{"rendered":"<strong>Congresso de Hotelaria Hospitalar<br \/><\/strong><br \/><strong>Coordena\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/strong><br \/>Teresinha Covas Lisboa<br \/>FBAH - Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Administradores Hospitalares<br \/>TLC Consultoria<br \/><br \/><strong>Vice Coordenador<\/strong><br \/>Marcelo Boeger<br \/>FBAH - Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Administradores Hospitalares<br \/>Hospitallidade Consultoria<br \/><br \/><strong>Membros<\/strong><br \/>Luz Maria Loo Palomino de Li<br \/>Instituto Nacional de Enfermedades Neopl\u00e0sicas - Per\u00fa<br \/><br \/>M\u00e1rcia Cristina Brand\u00e3o da Silva<br \/>MHA Engenharia<br \/><br \/>M\u00e1rcia Cristina Mariani<br \/>FBAH - Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Administradores Hospitalares<br \/>INDSH - Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano<br \/><br \/>Marcio Gon\u00e7alves Moreira<br \/>FBAH - Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Administradores Hospitalares<br \/><br \/>Maria Helena Peraccini<br \/>Brasanitas - Limpeza e Conserva\u00e7\u00e3o<br \/>Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar<br \/><br \/>Maria L\u00facia Pontes Capelo Vides<br \/>Hospital Professor Edmundo Vasconcelos<br \/><br \/>Marina Muto<br \/>Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas<br \/><br \/>Paulo Roberto Mergulh\u00e3o<br \/>FBAH - Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Administradores Hospitalares<br \/><br \/>Walter Souza Pinto<br \/>GHS - Ger\u00eancia Hospitalar em Sa\u00fade<br \/><br \/><strong>Congresso de Hotelaria Hospitalar<br \/><\/strong><br \/><strong>Hotelaria na Perspectiva do Paciente<\/strong><br \/>Henrique Miller Balieiro<br \/><br \/>O gerenciamento na \u00e1rea da sa\u00fade vem se desenvolvendo para responder e ajustar in\u00fameros problemas, entre os quais, podemos destacar o aumento dos custos, restri\u00e7\u00f5es crescentes ao acesso (servi\u00e7os privados) e queda da qualidade dos servi\u00e7os associado ao aumento constante dos custos. <br \/><br \/>H\u00e1 real necessidade de uma pol\u00edtica profissional de desenvolvimento organizacional com adapta\u00e7\u00f5es para as exig\u00eancias de um mercado din\u00e2mico que exige efici\u00eancia e efic\u00e1cia para clientes cada vez mais bem-informados sobre o mercado.<br \/><br \/>As alternativas para atender a esse mercado est\u00e3o na reinven\u00e7\u00e3o e reestrutura\u00e7\u00e3o do planejamento estrat\u00e9gico, recursos humanos, programas de gerenciamento, aprimoramento da informa\u00e7\u00e3o, programas de qualidade.<br \/><br \/>Entre as alternativas para a melhoria do atendimento, a percep\u00e7\u00e3o dessa melhoria, a capta\u00e7\u00e3o de clientes associada \u00e0 seguran\u00e7a, est\u00e1 a gest\u00e3o hoteleira. Sendo ela uma \u00e1rea cada vez mais valorizada no mercado, j\u00e1 que entre os principais clientes dos Hospitais est\u00e3o o paciente e seus acompanhantes.<br \/><br \/>Al\u00e9m das premissas aqui j\u00e1 descritas como tecnologia, poder de resolu\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a, \u00e9 preciso ter um planejamento anual acompanhado de um budget com metas a serem atingidas, abrangendo as seguintes \u00e1reas: departamento comercial (marketing e vendas), governan\u00e7a, manuten\u00e7\u00e3o, administra\u00e7\u00e3o, recep\u00e7\u00e3o, recrea\u00e7\u00e3o,<br \/>alimentos e bebidas.<br \/><br \/>A preocupa\u00e7\u00e3o de cuidar do atendimento, e n\u00e3o s\u00f3 do paciente, em suas v\u00e1rias fases, pode ser a caracter\u00edstica mais percept\u00edvel do paciente e de seus acompanhantes. Tornando poss\u00edvel a fideliza\u00e7\u00e3o de seu cliente, bem como a capta\u00e7\u00e3o de novos no futuro.<br \/><br \/>Definir o que \u00e9 o pacote de valor em sua Institui\u00e7\u00e3o, quais os elementos estoc\u00e1veis, as refei\u00e7\u00f5es servidas, a higiene, os elementos n\u00e3o estoc\u00e1veis e prezar pela limpeza, conforto e seguran\u00e7a s\u00e3o palavras de ordem nesse novo cen\u00e1rio.<br \/><br \/>Atender \u00e0s necessidades e aos desejos que influenciam nas expectativas dos pacientes e seus acompanhantes, pois s\u00e3o seus principais motivadores na busca dos servi\u00e7os.<br \/>Aumentar o \u201cmarketshare\u201d do hospital no mercado em que atua e criar em sua estrutura hoteleira o conceito dos conflitos (tradeoffs), ou seja, ser eficiente e eficaz em momentos que sabidamente existem situa\u00e7\u00f5es de espera para que o cliente saia satisfeito, por ex.: check-out, hor\u00e1rio do banho, higiene do quarto etc.<br \/><br \/>Para concluirmos, a venda do produto, hip\u00f3tese diagn\u00f3stica, tratamento e progn\u00f3stico por uma boa equipe profissional de sa\u00fade ainda \u00e9, e dever\u00e1 sempre, ser o alicerce de qualquer institui\u00e7\u00e3o de sa\u00fade. E por obriga\u00e7\u00e3o, esse produto tem que estar enraizado com a seguran\u00e7a do paciente.<br \/><br \/>O novo nicho do mercado \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o. A qualidade, a seguran\u00e7a e a tecnologia t\u00eam que estar em conson\u00e2ncia com uma boa percep\u00e7\u00e3o, alimenta\u00e7\u00e3o, higiene e tamb\u00e9m lazer durante uma interna\u00e7\u00e3o. Investir na ger\u00eancia hoteleira hospitalar far\u00e1 que seu paciente vire cliente e que todos os seus acompanhantes,<br \/>se um dia virarem pacientes, se tornar\u00e3o seus pacientes.<br \/>\r\n<blockquote>Henrique Miller Balieiro<br \/>Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Valen\u00e7a, Cardiologista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC, Intensivista pela Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Intensiva Brasileira - AMIB, Mestre e Doutor em Ci\u00eancias Cardiovasculares pela Universidade Federal Fluminense - UFF, MBA em Executivo em Sa\u00fade pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas - FGV, Gerente M\u00e9dico Hospital Samer, Coordenador das Unidades de Terapia Intensiva e Coronariana Hospital Samer.<\/blockquote>\r\n<br \/><strong>A Hospitalidade a servi\u00e7o da Humaniza\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>Marcelo Boeger<br \/><br \/>A hospitalidade \u00e9 uma atitude. Quando a colocamos em um sentido mais amplo, podemos enxerg\u00e1-la no \u00e2mbito dom\u00e9stico, social e comercial.<br \/><br \/>Na primeira perspectiva, podemos ver atitudes que derivam de valores que as pessoas t\u00eam e moldam sua forma de agir. Nesse \u00e2mbito, na esfera dom\u00e9stica, particular, pessoal.<br \/><br \/>Na segunda perspectiva, \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o que as pessoas demonstram com estranhos. Aqui gostaria de propor que a chamemos comumente de Humaniza\u00e7\u00e3o.<br \/><br \/>A terceira perspectiva, traz a ideia da remunera\u00e7\u00e3o como motivo da hospitalidade, baseado em atendimento e crit\u00e9rios ligados ao n\u00edvel de servi\u00e7os.<br \/>\r\n<blockquote>\u201cO entendimento mais amplo a respeito da hospitalidade sugere, em primeiro lugar, que essa \u00e9 fundamentalmente o relacionamento constru\u00eddo entre anfitri\u00e3o e h\u00f3spede. Para ser eficaz \u00e9 preciso que o h\u00f3spede sinta que o anfitri\u00e3o est\u00e1 sendo hospitaleiro, por sentimentos de generosidade, pelo desejo de agradar e por ver a ele, h\u00f3spede, como indiv\u00edduo\u201d (LASHLEY; MORRISON, 2004).<\/blockquote>\r\nAs atitudes de hospitalidade no \u00e2mbito comercial, caracterizam-se por serem a\u00e7\u00f5es premeditadas (trein\u00e1veis), ligadas a uma s\u00e9rie de elementos, como par\u00e2metros de tempo de atendimento m\u00ednimo em cada ponto de contato, atitude da equipe mediante desejos dos clientes fora das especifica\u00e7\u00f5es, atitude da equipe diante de uma reclama\u00e7\u00e3o (nas 24 horas), postura da equipe no ambiente de trabalho, requisitos de apresenta\u00e7\u00e3o pessoal, entre outros em que processos com desenhos e fluxos claros, autonomia da equipe e clareza de objetivos entre \u00e1reas de interface, que resulta em enorme efici\u00eancia para o cliente: \u201cComunicamos que estamos bem preparados para atend\u00ea-los\u201d - ainda que para o cliente pare\u00e7a algo espont\u00e2neo - foi baseado no desejo de seus administradores - foi treinado exaustivamente para atingir esse patamar de qualidade.<br \/><br \/>As a\u00e7\u00f5es de humaniza\u00e7\u00e3o ocorrem, por\u00e9m, por outro canal. Como capacitar um colaborador para ser mais humano com seus clientes, caso essa n\u00e3o seja sua rea\u00e7\u00e3o natural diante dessa situa\u00e7\u00e3o?<br \/><br \/>Como capacitamos algu\u00e9m para amar algu\u00e9m?<br \/><br \/>Obviamente isso se d\u00e1 por outro canal - que \u00e9 o da empatia e \u00e9 demonstrado quando percebemos a\u00e7\u00f5es que demonstram que se importam, que contemplam algu\u00e9m - independentemente de ter que se pedir, treinar ou estimular. \u00c9 absolutamente espont\u00e2neo. Nesse caso, nosso papel de l\u00edder \u00e9 o de sensibilizar.<br \/><br \/>Devem atender bem porque s\u00e3o pagos para fazer isso ou porque determinadas situa\u00e7\u00f5es exigem maior relacionamento e esfor\u00e7o do indiv\u00edduo que est\u00e1 prestando o servi\u00e7o? E em institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, dada a condi\u00e7\u00e3o do cliente, praticamente todas as situa\u00e7\u00f5es exigem lidar com ansiedade, medos, incertezas, inseguran\u00e7as, entre<br \/>outros sentimentos bastante sens\u00edveis.<br \/><br \/>S\u00e3o caracter\u00edsticas t\u00e3o \u00edntimas e genu\u00ednas que um atendimento padronizado poder\u00e1 n\u00e3o ter legitimidade alguma se essas pessoas n\u00e3o estiverem, em primeiro lugar, sensibilizadas para o resultado de suas tarefas em rela\u00e7\u00e3o aos benef\u00edcios diretos e indiretos a serem gerados.<br \/><br \/>Precisamos sensibilizar as pessoas para a raz\u00e3o de estarem atuando naquela atividade e mostrar-lhes sua import\u00e2ncia no processo de atendimento ao cliente. Caso contr\u00e1rio, estaremos treinando-as para serem hip\u00f3critas. Claro que devem atender bem, mas, mais do que isso, devem preocupar-se com o cliente n\u00e3o somente por ser uma simples troca comercial.<br \/><br \/>A Humaniza\u00e7\u00e3o \u00e9 movida pela oferta; e a hospitalidade, pela demanda. Ou seja, depende somente dos colaboradores a percep\u00e7\u00e3o da necessidade de humanizar. Caso isso n\u00e3o ocorra, pouco o cliente poder\u00e1 cobrar, pois, na maior parte das vezes, nem saberia o que pedir ou de que forma algo diferente poderia ser feito.<br \/><br \/>Godbout (2010) em seus estudos j\u00e1 nos revelava que toda atitude de hospitalidade se d\u00e1 por uma equival\u00eancia alternada, uma exig\u00eancia de reciprocidade, que no caso da hospitalidade comercial est\u00e1 baseada na remunera\u00e7\u00e3o, mas na hospitalidade social e dom\u00e9stica, unicamente no amor.<br \/>\r\n<blockquote>Marcelo Boeger possui Mestrado em Planejamento e Gest\u00e3o Ambiental e Cultural (2003), Mestrado em Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi (2007). \u00c9 s\u00f3cio e consultor da Hospitalidade Consultoria. Coordenador e Professor do Curso de Especializa\u00e7\u00e3o em Hotelaria do Hospital Albert Einstein.<\/blockquote>\r\n<br \/><strong>Hospitalidade e Humaniza\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>Teresinha Covas Lisboa<br \/><br \/>O tema central da palestra aborda uma pesquisa realizada ao t\u00e9rmino do Programa de P\u00f3s-Doutorado em Business Administration na Florida Christian University - FCU, Estados Unidos e apresenta um estudo sobre as compet\u00eancias necess\u00e1rias aos gestores de organiza\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, com o objetivo de facilitar o treinamento e o<br \/>desenvolvimento de pessoas no atendimento aos pacientes com humaniza\u00e7\u00e3o.<br \/><br \/>A pesquisa demonstra a vis\u00e3o empresarial que fortalece o conceito moderno de lideran\u00e7a dos gestores e que busca oferecer condi\u00e7\u00f5es de integrar pessoas e unidades.<br \/><br \/>Em consequ\u00eancia, o grau de motiva\u00e7\u00e3o e comprometimento dos colaboradores torna a organiza\u00e7\u00e3o mais \u00e1gil e eficiente.<br \/><br \/>O estudo analisou os modelos de compet\u00eancias existentes no atendimento, pesquisando os momentos em que as pessoas est\u00e3o interagindo com a institui\u00e7\u00e3o hospitalar.<br \/><br \/>A pesquisa envolveu o seguinte universo e amostra:<br \/>\r\n<ul>\r\n<li>a) Tr\u00eas hospitais localizados no munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, em que foram entrevistados tr\u00eas gestores que<\/li>\r\n<li>utilizam compet\u00eancias como metodologia de trabalho e que observam a humaniza\u00e7\u00e3o como \u201cespelho\u201d<\/li>\r\n<li>para o estabelecimento de um bom atendimento humanizado;<\/li>\r\n<li>b) O gestor de uma casa de repouso dos Estados Unidos;<\/li>\r\n<li>c) A gestora de uma casa de repouso no munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo;<\/li>\r\n<li>d) A gestora de uma empresa de Home Care;<\/li>\r\n<li>e) A Assessoria Jur\u00eddica do Fundo Nacional de Recursos do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade do Uruguai;<\/li>\r\n<li>f) Uma enfermeira-gestora do Fundo Nacional de Recursos do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade do Uruguai;<\/li>\r\n<li>g) Uma paciente (enfermeira), que recentemente teve alta, do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo;<\/li>\r\n<li>h) Uma consultora da \u00e1rea de Hotelaria Hospitalar.<\/li>\r\n<\/ul>\r\nA metodologia utilizada foi a de pesquisa explorat\u00f3ria e qualitativa, com coleta de depoimentos, e concluiu-se que a miss\u00e3o, vis\u00e3o e objetivos da institui\u00e7\u00e3o necessitam estar alinhados com as compet\u00eancias exigidas na contrata\u00e7\u00e3o dos colaboradores. Com isso, o processo de mudan\u00e7a de comportamento torna-se mais f\u00e1cil. A frase<br \/>dita pela paciente entrevistada \u201cA humaniza\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o importante e necess\u00e1ria quanto os rem\u00e9dios, e s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel por meio dessas pessoas, do conjunto de todas elas\u201d remete-nos \u00e0 reflex\u00e3o de que precisamos de muito pouco para um atendimento digno e humanizado.<br \/><br \/>O resultado da pesquisa gerou o livro \u201cCompet\u00eancias de gestores no processo de humaniza\u00e7\u00e3o em sa\u00fade\u201d,<br \/>publicado em 2015, pela Editora La\u00e7os.<br \/>\r\n<blockquote>Teresinha Covas Lisboa<br \/>Doutorado em Administra\u00e7\u00e3o pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mestrado em Administra\u00e7\u00e3o Hospitalar, Especializa\u00e7\u00e3o em Did\u00e1tica do Ensino Superior, Especializa\u00e7\u00e3o em Administra\u00e7\u00e3o Hospitalar, P\u00f3s-Doutorado em Administra\u00e7\u00e3o pela Florida Christian University, com linha de pesquisa direcionada para Hospitalidade e Humaniza\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade. Extens\u00e3o Universit\u00e1ria: Harvard University, Drexel University, MIT, Yale University, FIA, FGV; Coordenadora do Grupo de Excel\u00eancia em Gest\u00e3o de Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior do CRA\/SP e Membro do Grupo de Excel\u00eancia de Administra\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade do CRA\/SP, Diretora do SINDAESP-Sindicato das Empresas de Administra\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo. Diretora da Associa\u00e7\u00e3o dos Administradores do Estado de S\u00e3o Paulo, Diretora da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Administradores Hospitalares. Presidente da FAPESA-Fundo de Apoio \u00e0 Pesquisa e Extens\u00e3o Ltda. S\u00f3cia-Diretora da Escola T\u00e9cnica INESP. Autora e coautora de diversas obras nas \u00e1reas de Administra\u00e7\u00e3o Geral, Administra\u00e7\u00e3o Hospitalar e Recursos Humanos. Consultora na \u00e1rea de Administra\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Sa\u00fade. Coordenadora Cient\u00edfica do Congresso de Hotelaria Hospitalar da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Administra\u00e7\u00e3o Hospitalar. Co-Chair of Health Management - Global Business and Technology Association - Dubai - A.E. - 2016.<\/blockquote>\r\n<br \/><strong>Tend\u00eancias da Infraestrutura de Hospitais visando Conforto F\u00edsico e Mental para Pacientes e Familiares<\/strong><br \/>Luz Loo de Li<br \/><br \/>Los desafios en los \u00faltimos a\u00f1os en relaci\u00f3n a la infraestructura de hospitales, llevan inmersos el mandato de la gesti\u00f3n de calidad de los servicios de salud, buscando la satisfacci\u00f3n de los usu\u00e1rios internos (equipo de gesti\u00f3n multidisciplinario, asistencial, de apoyo y administrativo) y de los usu\u00e1rios externos (pacientes en primer lugar, familiares y usu\u00e1rios en general), con innovaci\u00f3n de \u00e1reas, considerando la gesti\u00f3n del m\u00e9dio ambiente, gesti\u00f3n de comunicaciones, la seguridad en la atenci\u00f3n de pacientes, las demandas de los usu\u00e1rios en su passo por los servicios de salud sean esos hospitales de alta, mediana, baja complejidad o los establecimientos de primer n\u00edvel de atenci\u00f3n, en las redes integradas de los servicios de salud, com enf\u00e1sis en la gesti\u00f3n del acompa\u00f1amiento, de&nbsp; confort tambi\u00e9n de los acompa\u00f1antes.<br \/><br \/>Sin dudas, todo ello bajo el paraguas del fortalecimento de la gesti\u00f3n de la Humanizaci\u00f3n de la atenci\u00f3n, de la gesti\u00f3n de interculturalidad, de oferecer la medicina integrativa a los usu\u00e1rios, brindando un servicio hasta el final buscando el confort con un enfoque hol\u00edstico, pensando en la persona, como ser humano f\u00edsico, mental, espiritual, energ\u00e9tico.<br \/><br \/>Los gestores en salud tienen la tarea de insertar nuevos paradigmas y mostrar apertura para los dise\u00f1os de hospitales pensando en el bienestar de los usu\u00e1rios, porque somos personas que atendemos personas.<br \/>\r\n<blockquote>Luz Loo de Li, m\u00e9dico cirujano, especialista en Administraci\u00f3n en Salud, Asesora del Ministerio de Salud del Per\u00fa, Ex Presidente de la Federaci\u00f3n Peruana de Administradores de Salud - FEPAS y Coordinador Internacional de la Federaci\u00f3n Andina y Amaz\u00f3nica de Hospitales y Servicios de Salud - Per\u00fa.<\/blockquote>\r\n<br \/><strong>A Integra\u00e7\u00e3o Multidisciplinar no Gerenciamento de Leitos como Forma de se Buscar a Efetividade<\/strong><br \/>Carolina Kitade Velloso<br \/><br \/>Atualmente, um dos grandes desafios para os hospitais \u00e9 tornar os seus leitos cada vez mais eficientes. Os administradores hospitalares, baseados no panorama nacional e na perspectiva de aumento da frequ\u00eancia e do consumo dos servi\u00e7os de sa\u00fade, devido ao envelhecimento populacional e ao aumento da complexidade dos<br \/>pacientes em consequ\u00eancia de doen\u00e7as cr\u00f4nicas, entre outros, est\u00e3o investindo cada vez mais no gerenciamento de leitos, pois entenderam que n\u00e3o basta somente a cria\u00e7\u00e3o de leitos por meio da constru\u00e7\u00e3o de mais pr\u00e9dios. S\u00e3o necess\u00e1rios esfor\u00e7os para otimizar os leitos j\u00e1 existentes, com a busca da excel\u00eancia dos processos hospitalares.<br \/><br \/>A atua\u00e7\u00e3o dessa equipe dentro dos hospitais \u00e9 fundamental na busca da utiliza\u00e7\u00e3o dos leitos dispon\u00edveis em sua capacidade m\u00e1xima, sem que isso represente risco para o paciente ou o hospital, garantindo a sa\u00fade financeira da Institui\u00e7\u00e3o e a satisfa\u00e7\u00e3o dos clientes externos e da equipe m\u00e9dica.<br \/><br \/>Assim, foi realizado um estudo com o objetivo de entender todos os processos que exerciam alguma influ\u00eancia no gerenciamento de leitos e no fluxo de alta do paciente, baseado nos resultados do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. Iniciamos a an\u00e1lise com a verifica\u00e7\u00e3o de todos os problemas enfrentados pela equipe de gerenciamento de leitos, como o desperd\u00edcio de tempo nos processos assistenciais e administrativos, a falha na comunica\u00e7\u00e3o entre as equipes, a falta de op\u00e7\u00e3o \u00e0 interna\u00e7\u00e3o hospitalar, a falta de leito para a interna\u00e7\u00e3o dos pacientes de urg\u00eancia e o atraso na interna\u00e7\u00e3o dos pacientes cir\u00fargicos eletivos. Ent\u00e3o, refletimos sobre como esses temas tinham uma rela\u00e7\u00e3o negativa com a falta de efici\u00eancia dos leitos hospitalares.<br \/><br \/>Todos os resultados e tempos relacionados ao fluxo de alta dos pacientes foram checados, detalhados e mensurados de forma minuciosa, para que fossem avaliados os gargalos existentes e as inefici\u00eancias operacionais dos processos, e ent\u00e3o foram adotadas a\u00e7\u00f5es de melhoria. Conclui-se que, para o sucesso deste trabalho e o<br \/>aprimoramento dos processos hospitalares, a atua\u00e7\u00e3o em conjunto com as equipes multidisciplinares \u00e9 essencial, pois somente dessa maneira \u00e9 que podemos unir esfor\u00e7os para encontrarmos respostas para a sustentabilidade e a efetividade do sistema. Assim, o hospital ter\u00e1 leitos cada vez mais eficientes, que possam suprir a necessidade de atendimento proposto da melhor maneira poss\u00edvel.<br \/>\r\n<blockquote>Carolina Kitade Velloso: Supervisora do Gerenciamento de Leitos do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, graduada em Enfermagem pelas Faculdades Metropolitanas Unidas, p\u00f3s-graduada em Administra\u00e7\u00e3o Hospitalar pela Universidade Paulista. Atuou por 13 anos em Unidades de Interna\u00e7\u00e3o, nas \u00e1reas cl\u00ednica e administrativa.<\/blockquote>\r\n<br \/><strong>Espiritualidad em los Hospitales com Foco en la Hoteleria<\/strong><br \/>Luz Loo de Li<br \/><br \/>La espiritualidad mueve a las personas, integra valores, desarrollo, creencias, tiene que ver com religi\u00f3n, com fe, com trascendencia; y em salud cobra mayor importancia por la raz\u00f3n de ser de las profesiones en salud, por laborar com personas y gestionar el sufrimiento humano que es el motivo por el cual acuden a buscar uma atenci\u00f3n en las instituciones de salud, por la labor altru\u00edsta que se desarrolla entre las personas que cuidan a otras personas. Desde el a\u00f1o 1948, la OMS coloca que \u201cla salud es um completo estado de bienestar f\u00edsico, mental, social y en armon\u00eda con el medio ambiente y no solamente la ausencia de afecciones o enfermedades.\u201d (Pre\u00e1mbulo de la Constituci\u00f3n de la OMS, 1948), esta definici\u00f3n marca el desafio de mirar mas all\u00e1 de las competencias t\u00e9cnicas para brindar uma atenci\u00f3n que permita lograr la salud en las personas, teniendo em consideraci\u00f3n que la salud es integral, y que en los pasados a\u00f1os existe a n\u00edvel mundial una corriente a fortalecer la gesti\u00f3n de humanizaci\u00f3n em salud.<br \/><br \/>La espiritualidade est\u00e1 relacionada a un crecimiento y desarrollo personal, a una salud mental positiva en la que prima la esperanza, la reflexi\u00f3n, la meditaci\u00f3n, la aceptaci\u00f3n, la lucha continua com energia, la fortaleza para superar las dificultades, el evitar ser v\u00edctima y ver con pesimismo las intervenciones, aprender que el ser humano es quien motiva su salud, que es capaz de crecer y desarrollar com cada experi\u00eancia y que las enfermidades muchas veces son expresiones de um desequil\u00edbrio en el alma, en los sentimentos, en la percepci\u00f3n de sentirse valorado, amado, es asumir responsabilidades que van m\u00e1s all\u00e1 de las capacidades con las que se cuenta.<br \/><br \/>En la gesti\u00f3n de hoteleria hospitalaria uno de los objetivos es hacer sentir a la persona en un ambiente agradable, como en casa, com est\u00e1ndares de interculturalidad, brindando servicio que logre la satisfacci\u00f3n del usu\u00e1rio, considerando al usu\u00e1rio externo (paciente, familiares) y usu\u00e1rio interno (equipo multidisciplinario de salud),<br \/>la espiritualidade, el amor, la calidez em el trato contribuyen a la recuperaci\u00f3n de la persona y a la salud mental.<br \/><br \/>Entender a quien se tiene al frente, es tener apertura, comprender la cosmovision y laborar juntos para recuperar la salud, tener equil\u00edbrio...todo un desafio para los gestores en salud, para los profesionales y trabajadores de salud.<br \/><br \/>Dar passo a espacios de meditaci\u00f3n, de tener paz consigo mismo, de sentirse feliz, de gesti\u00f3n de las creencias, de calidad de vida, de cuidados paliativos, de gesti\u00f3n del buen morir, de ver integralmente a la persona contribuyen con los objetivos en salud para la persona y el equipo de salud.<br \/><br \/>Nuevos paradigmas y humildad para continuar aprendiendo, desaprendiendo y volvendo a aprender.\r\n<blockquote>Luz Loo de Li, m\u00e9dico cirujano, especialista en Administraci\u00f3n en Salud, Asesora del Ministerio de Salud del Per\u00fa, Ex Presidente de la Federaci\u00f3n Peruana de Administradores de Salud - FEPAS y Coordinador Internacional de la Federaci\u00f3n Andina y Amaz\u00f3nica de Hospitales y Servicios de Salud - Per\u00fa.&nbsp;<\/blockquote>","protected":false},"featured_media":0,"template":"","class_list":["post-8721","materia","type-materia","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/materia\/8721","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/materia"}],"about":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/materia"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8721"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}