{"id":8746,"date":"2024-11-20T13:36:38","date_gmt":"2024-11-20T16:36:38","guid":{"rendered":"https:\/\/iph.org.br\/materia\/congresso-de-qualidade-e-seguranca-do-paciente-2\/"},"modified":"2024-11-20T15:10:39","modified_gmt":"2024-11-20T18:10:39","slug":"congresso-de-qualidade-e-seguranca-do-paciente-2","status":"publish","type":"materia","link":"https:\/\/iph.org.br\/en\/materia\/congresso-de-qualidade-e-seguranca-do-paciente-2\/","title":{"rendered":"Congresso de Qualidade e Seguran\u00e7a do Paciente"},"content":{"rendered":"<strong>Congresso de Qualidade e Seguran\u00e7a do Paciente<br \/><\/strong><br \/><strong>Coordena\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/strong><br \/>Ant\u00f4nio Carlos Onofre de Lira<br \/>Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas<br \/><br \/><strong>Vice Coordenador<\/strong><br \/>Solange Amora Aliandro<br \/>FBAH - Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Administradores Hospitalares<br \/><br \/><strong>Membros<\/strong><br \/>Eduardo Silva de Oliveira<br \/>MHA Engenharia<br \/><br \/>Fabio Leite Gastal<br \/>Hospital M\u00e3e de Deus<br \/><br \/>Haino Burmester<br \/>Secretaria Estadual de Sa\u00fade<br \/><br \/>Laura Schiesari<br \/>ANAHP - Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Hospitais Privados<br \/><br \/>Marisa Riscalla Madi<br \/>Instituto de Radiologia do Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da USP<br \/><br \/>Sandra Cristine da Silva<br \/>Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas<br \/><br \/>Vera L\u00facia Borrasca<br \/>Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas<br \/><br \/>Waldomiro Jos\u00e9 Federighi<br \/>Conselho Regional de Administra\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo<br \/><br \/><strong>Resumo do Congresso de Qualidade e Seguran\u00e7a do Paciente<br \/><\/strong><br \/><strong>Resumo: Panorama do Uso Seguro de Medicamentos<\/strong><br \/><em>Mario Borges<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cPanorama do uso seguro de medicamentos\u201d apresentou o panorama de eventos adversos e erros de medica\u00e7\u00e3o nos EUA e no Brasil. Entre os principais fatores est\u00e3o: erros de prescri\u00e7\u00e3o, erros de dispensa\u00e7\u00e3o, erros de administra\u00e7\u00e3o e ambulat\u00f3rio. As consequ\u00eancias s\u00e3o: gastos desnecess\u00e1rios importantes - bilh\u00f5es de reais, redu\u00e7\u00e3o da disponibilidade de leitos; sofrimento humano; abala seriamente a reputa\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o; custo social e problemas judiciais. Os pontos cr\u00edticos do sistema de medica\u00e7\u00e3o s\u00e3o: falta de informa\u00e7\u00e3o sobre medicamentos e pacientes; problemas de comunica\u00e7\u00e3o entre a equipe; r\u00f3tulos, embalagens e nomes de medicamentos semelhantes. Uma abordagem sist\u00eamica e a constru\u00e7\u00e3o de uma cultura justa contribuem de modo consistente para a preven\u00e7\u00e3o de erros de medica\u00e7\u00e3o.<br \/><br \/><strong>Resumo: Relato de Experi\u00eancia sobre o Uso Seguro de Medicamentos<\/strong><br \/><em>Debora Cecilia Mantovani Faustino<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cO Uso Seguro de Medicamentos\u201d apresentou a experi\u00eancia do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas e a seguran\u00e7a de sua farm\u00e1cia, buscando responder \u00e0 pergunta: Como fazer a manuten\u00e7\u00e3o da qualidade e seguran\u00e7a do paciente neste contexto? As atividades da assist\u00eancia farmac\u00eautica englobam: suporte t\u00e9cnico; qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica de fornecedores; sele\u00e7\u00e3o de produtos; recebimento de produtos; identifica\u00e7\u00e3o de produtos; armazenamento; distribui\u00e7\u00e3o; preparo de medicamentos injet\u00e1veis; dispensa\u00e7\u00e3o; farm\u00e1cia cl\u00ednica; monitoramento e educa\u00e7\u00e3o continuada. Entre as solu\u00e7\u00f5es adotadas pelo HSL destacam-se: rastreabilidade de medicamentos, m\u00faltiplas checagens na administra\u00e7\u00e3o de medicamentos, farmacovigil\u00e2ncia e tecnovigil\u00e2ncia, entre outros.<br \/><br \/><strong>Resumo: Seguran\u00e7a em Procedimentos Anest\u00e9sicos<\/strong><br \/><em>Enis Donizeti Silva<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cSeguran\u00e7a em Procedimentos Anest\u00e9sicos\u201d apresentou a experi\u00eancia do programa de Anestesia Segura do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas. Neste programa s\u00e3o citados dez passos para Indicadores do Programa Anestesia Segura. Foi mostrado tamb\u00e9m como foi implantado o Time de Resposta R\u00e1pida (TRRs), incluindo o treinamento e os crit\u00e9rios para acionamento. Ap\u00f3s 19 meses da implanta\u00e7\u00e3o dos TRRs, 67 vidas foram salvas. Ressalta-se a necessidade do treinamento t\u00e9cnico do anestesiologista com uso de simula\u00e7\u00e3o em anestesia garantindo melhor aprendizado.<br \/><br \/><strong>Resumo: Seguran\u00e7a em Eventos Automobil\u00edsticos<\/strong><br \/><em>Mario L\u00facio A. Baptista Filho<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cSeguran\u00e7a em Eventos Automobil\u00edsticos\u201d apresentou a estrutura m\u00e9dica montada para eventos automobil\u00edsticos no Brasil. A estrat\u00e9gia m\u00e9dica \u00e9 estruturada em tr\u00eas fases que t\u00eam por objetivo reduzir o tempo entre o trauma e o tratamento, dar suporte \u00e0 vida e n\u00e3o adicionar les\u00f5es \u00e0s j\u00e1 existentes. A equipe m\u00e9dica \u00e9 dividida entre: diretor m\u00e9dico, diretor m\u00e9dico adjunto, m\u00e9dico supervisor da pista, equipes de especialidades do centro m\u00e9dico do aut\u00f3dromo e equipe de especialidades da retaguarda (Hospital Bandeirantes e Hospital Leforte). Foram apresentadas tamb\u00e9m as estruturas do aut\u00f3dromo e dos hospitais de refer\u00eancia. A estrutura montada garante a chance de sobreviv\u00eancia dos acidentados no aut\u00f3dromo.<br \/><br \/><strong>Resumo: Cultura de Seguran\u00e7a do Paciente - Como eu Fa\u00e7o?<\/strong><br \/><em>Marco Aur\u00e9lio Vitorino Cunha<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cPesquisa de Cultura - Como eu fa\u00e7o?\u201d apresenta a experi\u00eancia do Hospital Estadual de Diadema em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma cultura de seguran\u00e7a. S\u00e3o apresentadas as estrat\u00e9gias adotadas pela institui\u00e7\u00e3o para medir as diferentes percep\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a nos diversos n\u00edveis hier\u00e1rquicos do hospital. Tal avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada por meio de instrumento do AHRQ e visa direcionar a\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o aos pontos fracos apontados e entender onde est\u00e3o os pontos fortes. Como resultado, foi apresentada uma melhora de 16% na dimens\u00e3o resposta n\u00e3o punitiva ao erro e uma melhoria de 13,5% em rela\u00e7\u00e3o a transfer\u00eancias internas e passagens de plant\u00e3o.<br \/><br \/><strong>Resumo: Cultura de Seguran\u00e7a<\/strong><br \/><em>Elenara Ribas<\/em><br \/><br \/>A palestra \u201cCultura de Seguran\u00e7a\u201d apresenta a experi\u00eancia do Hospital M\u00e3e de Deus sobre o tema. Partindo das evid\u00eancias de: baixa qualidade dos estudos, problemas de terminologia, poucos estudos negativos e de programas de m\u00faltiplas a\u00e7\u00f5es (bundle) foi estruturado um trabalho para criar uma organiza\u00e7\u00e3o de alta confiabilidade. Assim, a cultura de seguran\u00e7a visa: definir as estruturas e os sistemas de lideran\u00e7a; identificar e minimizar os riscos e perigos; medir a cultura e promover o trabalho em equipe. Assim, buscou-se identificar e mitigar os riscos e perigos; analisar os riscos gen\u00e9ricos e os esfor\u00e7os dirigidos a riscos espec\u00edficos, estruturar um sistema de seguimento que revela os problemas de seguran\u00e7a e criaram-se indicadores. Os desafios que se apresentam atualmente mostram que os m\u00e9todos atuais ainda s\u00e3o altamente dependentes de vigil\u00e2ncia e de trabalho duro e que o foco no desfecho tende a exagerar a confiabilidade dando uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a.<br \/><br \/><strong>Resumo: Cultura de Seguran\u00e7a<\/strong><br \/><em>Paulo Henrique de Oliveira<br \/><\/em><br \/>A apresenta\u00e7\u00e3o sobre Cultura de Seguran\u00e7a na Rede S\u00e3o Camilo mostrou a pesquisa realizada que teve por objetivos: aferir a percep\u00e7\u00e3o da Cultura de Seguran\u00e7a do Paciente para todo corpo funcional; fazer com que a equipe reconhe\u00e7a a import\u00e2ncia de uma gest\u00e3o segura para o cuidado ao paciente; instituir \/ fortalecer a Cultura<br \/>de Seguran\u00e7a por meio de a\u00e7\u00f5es de melhoria e seguran\u00e7a; promover a discuss\u00e3o de conceitos relacionados \u00e0 Seguran\u00e7a do Paciente e prevenir recorr\u00eancias; incorporar ao movimento o conceito da Cultura Justa. O m\u00e9todo utilizado foi baseado no modelo da AHRQ traduzido pela Fiocruz (2013). Foram apresentadas as doze dimens\u00f5es avaliadas e os comparativos externos dos anos de 2011, 2012, 2013 e 2014. Entre as a\u00e7\u00f5es de melhoria, destacamos: dimensionamento de pessoal, revis\u00e3o de atendimento de farm\u00e1cia e gerenciamento efetivo de riscos e feedback das a\u00e7\u00f5es, incentivo da gest\u00e3o participativa, a\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o, entre muitas outras.<br \/><br \/><strong>Resumo: A Transpar\u00eancia e o envolvimento na seguran\u00e7a do paciente - A vis\u00e3o do paciente<\/strong><br \/><em>Ros\u00e2ngela Silva Santos<br \/><\/em><br \/>A apresenta\u00e7\u00e3o \u201cA Transpar\u00eancia e o envolvimento na seguran\u00e7a do paciente - A vis\u00e3o do paciente\u201d discute a quest\u00e3o da seguran\u00e7a dos diversos tratamentos de sa\u00fade sob o ponto de vista daquele que recebe os cuidados. A partir da fundamenta\u00e7\u00e3o legal da Anvisa que disp\u00f5e sobre as boas pr\u00e1ticas do funcionamento para os servi\u00e7os de sa\u00fade, garante a participa\u00e7\u00e3o popular gerando a\u00e7\u00f5es de mobiliza\u00e7\u00e3o e de educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade. No tratamento de doen\u00e7as cr\u00f4nico-degenerativas, a participa\u00e7\u00e3o ativa do paciente \u00e9 fundamental para a melhora de sua qualidade de vida. Assim, \u00e9 necess\u00e1ria uma aten\u00e7\u00e3o maior para uma abordagem que se baseie no processo educacional e de conscientiza\u00e7\u00e3o.<br \/><br \/><strong>Resumo: A Vis\u00e3o do Profissional de Sa\u00fade<\/strong><br \/><em>Dario Birolini<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cA transpar\u00eancia e o envolvimento na seguran\u00e7a do paciente: a vis\u00e3o do profissional de sa\u00fade\u201d busca refletir de modo cr\u00edtico sobre a cultura atual e como o estilo de vida contempor\u00e2neo impacta a rela\u00e7\u00e3o m\u00e9dico-paciente. Considerando o perfil atual do paciente: alimenta\u00e7\u00e3o errada, vida sedent\u00e1ria, etilismo, tabagismo,<br \/>uso de drogas, vida social competitiva, vida profissional desgastante e vida familiar deteriorada, gera-se uma s\u00e9rie de consequ\u00eancias tais como: obesidade, diminui\u00e7\u00e3o da altura, dores articulares, limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, agressividade e isolamento. Soma-se a isso o impacto da \u201cinnovation &amp; technology\u201d sobre a atua\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico, o papel da ind\u00fastria farmac\u00eautica, da forma\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria nas escolas e do disease mongering (transformar dist\u00farbios comuns em problemas m\u00e9dicos). A cultura atual leva a uma \u201cmedicina defensiva\u201d fundamentada em exames em excesso na busca por um diagn\u00f3stico preciso realizado por especialistas. Como sugest\u00e3o, s\u00e3o propostas a\u00e7\u00f5es que levem \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o m\u00e9dico-paciente, visando tratar os doentes e n\u00e3o os sintomas.<br \/><br \/><strong>Resumo: A Vis\u00e3o da Institui\u00e7\u00e3o de Sa\u00fade<\/strong><br \/><em>Ant\u00f4nio Carlos Onofre de Lira<br \/><\/em><br \/>A apresenta\u00e7\u00e3o \u201cA Transpar\u00eancia e o Envolvimento na Seguran\u00e7a do Paciente: A Vis\u00e3o Institucional\u201d busca apresentar, a partir dos determinantes sociais de sa\u00fade e doen\u00e7a e de marcos referenciais, a experi\u00eancia do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas. A comunica\u00e7\u00e3o e a mobiliza\u00e7\u00e3o ocorrem a partir do alinhamento dos f\u00f3runs gerenciais com a seguinte estrutura: comit\u00ea executivo, comit\u00ea ampliado, encontro com gestores e encontro das \u00e1reas. A mobiliza\u00e7\u00e3o do corpo cl\u00ednico \u00e9 constru\u00edda a partir da participa\u00e7\u00e3o em comiss\u00f5es. A comuni\u00e7\u00e3o possui como ferramentas as revistas institucionais, campanhas, boletins bimestrais, intranet, informe eletr\u00f4nico, Portal do M\u00e9dico, Portal do Paciente. Outra ferramenta importante \u00e9 a avalia\u00e7\u00e3o de desempenho realizada com todo o corpo cl\u00ednico que recebe uma carta de avalia\u00e7\u00e3o anual de desempenho. A reuni\u00e3o de eventos adversos \u00e9 mensal e aberta a profissionais externos, tem por objetivo apontar e pactuar a\u00e7\u00f5es de melhorias a partir dos eventos ocorridos. O desempenho institucional \u00e9 medido no grupo de Melhores Pr\u00e1ticas M\u00e9dicas - ANAPH, comparando o desempenho do hospital com os demais participantes.<br \/><br \/><strong>Resumo: Integralidade e Seguran\u00e7a do Paciente<\/strong><br \/><em>Luciana Yumi Ue<\/em><br \/><br \/>A palestra \u201cIntegralidade e Seguran\u00e7a do Paciente\u201d apresentou o programa do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em rela\u00e7\u00e3o aos planos de desenvolvimento de um programa nacional de qualidade. O Programa Nacional de Seguran\u00e7a do Paciente abarca o n\u00facleo de seguran\u00e7a do paciente e o plano de seguran\u00e7a do paciente em servi\u00e7os de sa\u00fade. Apresenta-se a legisla\u00e7\u00e3o atual e os materiais de apoio que o Minist\u00e9rio disponibiliza para auxiliar as EAS para a melhoria da qualidade do atendimento e adequa\u00e7\u00e3o as normas de seguran\u00e7a do paciente.<br \/><br \/><strong>Resumo: Integralidade e Seguran\u00e7a do Paciente<\/strong><br \/><em>Luiz Fernando Sampaio Rolim<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cIntegralidade e seguran\u00e7a do paciente: A experi\u00eancia da Unimed BH\u201d apresenta a experi\u00eancia de uma cooperativa de sa\u00fade. A partir da reflex\u00e3o sobre o Modelo de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade, a seguran\u00e7a do paciente \u00e9 compreendida como uma atua\u00e7\u00e3o que se faz com gest\u00e3o de riscos em todo o percurso. A gest\u00e3o dos fatores-chave para a integra\u00e7\u00e3o de sistemas fragmentados \u00e9 constitu\u00edda com: refor\u00e7o dos princ\u00edpios sist\u00eamicos APS; integra\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o cl\u00ednica; aumento da produtividade dos servi\u00e7os hospitalares com adensamento tecnol\u00f3gico; efic\u00e1cia dos sistemas de informa\u00e7\u00e3o e realinhamento dos incentivos financeiros com supera\u00e7\u00e3o do pagamento por procedimentos.<br \/><br \/>O Plano de Seguran\u00e7a do Paciente \u00e9 compreendido como norteador na constru\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para minimiza\u00e7\u00e3o de riscos, sendo elas: promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, preven\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as, gerenciamento de doen\u00e7as e gerenciamento de casos cr\u00f4nicos. Abordagens que melhoram a qualidade do cuidado e a seguran\u00e7a do paciente: grupos de promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, palestras e grupos terap\u00eauticos. Com a ado\u00e7\u00e3o do \u201cModelo Unimed Pleno\u201d a propor\u00e7\u00e3o de consultas em pronto-socorro passou de 34% para 19%, com resultados expressivos na melhora do atendimento.<br \/><br \/><strong>Resumo: Gest\u00e3o de seguran\u00e7a em Rede<\/strong><br \/><em>Fabio Leite Gastal<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cGest\u00e3o de seguran\u00e7a em Rede\u201d mostrou a experi\u00eancia do Sistema de Sa\u00fade M\u00e3e de Deus em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 gest\u00e3o de seguran\u00e7a. Os principais desafios de uma opera\u00e7\u00e3o em rede \u00e9 trabalhar com Sistema de Gest\u00e3o, Sistema de Informa\u00e7\u00e3o e Gest\u00e3o de Pessoas. A integra\u00e7\u00e3o abarca o Sistema de Financiamento, o Sistema de Gest\u00e3o empresarial em todo o sistema, o Sistema de Informa\u00e7\u00e3o Cl\u00ednica e os sistemas especialistas. S\u00e3o criados protocolos com a cria\u00e7\u00e3o dos n\u00facleos de gest\u00e3o de risco \/ n\u00facleos de seguran\u00e7a do paciente, onde \u00e9 realizada a decis\u00e3o sobre os processos a serem implantados em cada hospital \/ unidade de sa\u00fade e, posteriormente, \u00e9 feita a defini\u00e7\u00e3o dos protocolos corporativos. O acompanhamento se d\u00e1 por meio de auditoria externa (SSMD), auditoria interna, processos educativos (SSMD) e auditoria externa (acredita\u00e7\u00e3o), garantindo a unidade do sistema.<br \/><br \/><strong>Resumo: A Seguran\u00e7a Arquitet\u00f4nica<\/strong><br \/><em>F\u00e1bio Oliveira Bitencourt Filho<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cA Seguran\u00e7a Arquitet\u00f4nica\u201d apresentou a quest\u00e3o da seguran\u00e7a hospitalar para al\u00e9m da quest\u00e3o m\u00e9dica, a partir da compreens\u00e3o de que a seguran\u00e7a do paciente refere-se aos esfor\u00e7os coordenados para evitar danos causados por procedimentos de cuidados de sa\u00fade ao pr\u00f3prio paciente. Assim, por meio de abordagens e reflex\u00f5es sobre a evolu\u00e7\u00e3o do ambiente, seguran\u00e7a, qualidade e a dimens\u00e3o do conforto humano, a arquitetura hospitalar contempor\u00e2nea busca solu\u00e7\u00f5es para garantir a seguran\u00e7a de pacientes e profissionais.&nbsp;<br \/><br \/><strong>Resumo: A Seguran\u00e7a Contra Inc\u00eandio<\/strong><br \/><em>Marcos Kahn<br \/><\/em><br \/>A palestra \u201cA Seguran\u00e7a Contra Inc\u00eandio\u201d apresentou a grave situa\u00e7\u00e3o da falta de preparo dos edif\u00edcios de assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade para uma conting\u00eancia de inc\u00eandio. A partir do cen\u00e1rio hist\u00f3rico de risco real de inc\u00eandios em EAS, do contexto legislativo contradit\u00f3rio e da conjuntura espec\u00edfica brasileira, foram apresentadas a\u00e7\u00f5es poss\u00edveis para minimizar o risco, incluindo publica\u00e7\u00f5es e recursos espec\u00edficos para a \u00e1rea de sa\u00fade. Compreendendo sempre que a seguran\u00e7a contra inc\u00eandio n\u00e3o \u00e9 um assunto dos bombeiros, das VISAs ou do SESMT, mas um assunto corporativo de estrat\u00e9gia e continuidade dos neg\u00f3cios.&nbsp;","protected":false},"featured_media":0,"template":"","class_list":["post-8746","materia","type-materia","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/materia\/8746","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/materia"}],"about":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/materia"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/iph.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8746"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}